Ele estava na minha frente, começou como um olhar desviado, mas ai passou a ser um olhar percebível, mas ele não notava, continuava encarando e aquilo começou a irritar, comentar, chatear, e ele comeca a escrever, e aquela rosa esta ficando louca, aqueles olhos me tirando o folego, e um barulho meio acelerado, que foi ficando mais desagitado foi interrompido pelo barulho do radio: é sua mãe onde 'cê ta' discarado? Mainha agora estou ocupado, pois ligue logo que seu pai tá enfartado. E agora tenho que desligar, bye bye brisa do suicida.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Minha droga
Você é como uma droga viciante, cada dia que passa desejo-te mais e mais, fumo-te como se fosse o ultimo trago da minha vida, uso-te como se fosse minha ultima chance de entrar em um mundo irreal, eu bebo-te como se fosse a ultima dose do bar, entro em abstinência quando sinto sua ausência, quando sinto falta do seu cheiro, do seu gosto, do seu corpo colado ao meu, pedindo, praticamente implorando pra usar-te.
Releitura de Malena Alves.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Doce Veneno
Doce veneno que me instiga e me revira por dentro, sentir seu cheiro, seu gosto amargo descendo pela garganta, a sensação de bem estar e de ser feliz como uma criança, você acha que é fraco, mas é algo que te atiça que te leva ao céu pra ver estrelas, como um orgasmo que você tem com quem deseja, te faz entrar em um mundo que não é real, cobra muito de você, é como fazer amor 24h e ainda sentir prazer.
Malena Alves
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
E agora o que é que eu faço?
O acaso não tem culpa se me fez seu refém, minha alma me condena, meu corpo não contenta essa falta de você. O passado já não vale mais, o problema é correr atras pra não se machucar, e quem dera se eu voltasse, meu destino nunca iria se cruzar com o seu.
Ah saudade grita alto, o meu peito não aguenta mais, uma hora diz que ama, mas se resolver na cama nem sempre satisfaz.
O que que eu faço pra ter você e acabar com essa loucura?
O que é que eu digo pra mim mesmo quando me sinto preso esperando um beijo seu?
O que posso fazer se é você que eu amo, e que quando me deito já me pego pensando em te esquecer pra nunca mais sofrer?
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Varanda
Parei para pensar em quantas vezes eu paro para pensar em você, cansei de explicar que sua vida mágica me encanta e você parece nem perceber, esta ocupado pensando em alguém que não sou eu, e começo a questionar se meu mundinho ainda cabe no seu.
Insisto em desafiar que nada foi brincadeira, que eu ficaria na varanda com você a noite inteira, encontros longos de segunda a sexta feira, só ao seu lado estou feliz da sua maneira.
Deixa te eu abraçar, e convidar pra sair, levando em conta toda alegria, responda meu abraço para e divertir, mais vale nós dois que uma cama vazia.
Eu quero te entender, quero enjoar de você, quero sua mão na minha, quero tudo aquilo que eu não tinha.
Minha rotina é planejar, se mando mensagem ou ligo a cobrar, e na próxima vez que quiser me encontrar, seja na varanda ou em qualquer lugar, tenha certeza que eu vou querer estar perto de você, que me faz tão bem.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Gominhos
Uma decisão pensada não é uma decisão tomada. Uma pedra atirada não volta mais a mão. Uma pele queimada jamais será a mesma. Um coração machucado jamais cicatriza.
Uma folha rasgada não se cola tão fácil. Um dente arrancado dificilmente brotará. Uma vez sem virgindade não se volta a ser mocinha. Uma caridade feita é mais fácil perdoar.
Uma bola arremessada procura um alvo pra atingir. Uma ideia a mostra fica difícil recusar. Um beijo sem amor não é de verdade. Um amor pra vida inteira é impossível acabar.
Quase Lucidez
Eu perdi a intimidade com o inimigo, me deixando enfim na sua mão, nem sabia mais viver.
Eu venci batalhas tão grotescas, eu vivi verdades ilusórias, de mentiras contadas sem dó.
O abismo foi ficando fundo, e por dentro o medo aumentando, só que tinha outra solução.
Mas primeiro fui contando os passos, devagar arregaçando as mangas, e enfim saltei.
Mas pisquei e ainda estava imóvel, não controlava, perdi toda a minha quase lucidez.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Básica moda infantil
Eu deixei você ir embora sem lutar
Me escondi atras da porta com medo de amar
Será que sente saudade do nosso carinho?
E usa seu charme pra não ficar sozinho
Você foi embora e eu manti nossa vida
Esperando secar aquela ferida
Agora minha saudade parece um moinho
Destruindo tudo que entra no meu caminho
Sinto saudade do nosso luar
E você chegando cedo pra me agradar
Com o olhar cheio de malícia
Trazendo um ar todo intimista
Sinto saudade do nosso verão
Cama apertada, coração na mão
Mas você foi embora sem mais lutar
Um dia outro entra em seu lugar
Disritmia
Fui buscar inimigos onde ninguém imaginava
Minha maior loucura foi me conter
Aprendi que a vida não falha nunca
E que nem tudo é como deveria ser
Nem sempre os filhos tem razão de agir
Querer é poder não importa o lugar
E para os pais basta impedir
Força mental que machuca mais
Aprendi a falar, sofrer e perdoar
Esqueci que a morte é continuação
Na correria não se pode parar
Disritmia é o poder da emoção
Prelude
Apague as luzes
Feche a cortina
Coloque aquele CD
Tire a roupa
Hum, perfume bom
Leia os meus lábios:
Te quero!
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